Ciclistas de Ituverava percorrem trajeto de 600 km até Aparecida

Os ciclistas em frente à Basílica

Um grupo formado por quatro ciclistas de Ituverava e cinco de Tambaú fez, entre os dias 17 e 23 de agosto, o Caminho da Fé – trajeto que tem como destino final a Catedral Basílica de Nossa Senhora Aparecida, localizada na cidade de Aparecida. Os ciclistas que saíram de Ituverava percorreram um total de 600 km, enquanto os de Tambaú fizeram um trajeto de 420 km.
Os participantes foram Paulo Luciano Bugalho, Paula Balatore de Oliveira Bugalho, Rogério Bombig, Ademilson Vieira da Silva, Cristiano Ferreira de Lucena, Franklin Motta, Carlos Evandro Machado, João Pedro Sanches e Leandro Zanutim Romualdo. Eles foram acompanhados pelo carro de apoio do Helton Carlo de Souza, da Loja Espaço Bikes, que transportou água potável para hidratação dos ciclistas e serviço de manutenção das bicicletas, que sofreram alguns danos ao longo do trajeto, especialmente por conta das frequentes chuvas. “Também fizemos paradas em pousadas credenciadas pela Associação do Caminho da Fé”, explica Paulo Luciano Bugalho.
Bênção
“Concluir o Caminho da Fé é um mérito pessoal e espiritual. Poucos podem fazer este caminho e nós fomos agraciados com essa bênção. É importante lembrar que para dois de nós foi a terceira vez no Caminho da Fé; para outros dois, foi a segunda, e para os outros cinco, foi a primeira vez”, ressalta. Ainda segundo Bugalho, é um trajeto bastante duro. “Nosso grupo se reúne três vezes por semana para pedalar, sendo que todas as terças e quintas-feiras, pedalamos cerca de 40 km e aos sábados, aproximadamente 100 km. Mesmo com esse preparo, o Caminho da Fé é um percurso duríssimo, pois além da distância, conta com muitas subidas”, diz.

Certificado

Na Basílica, o grupo recebeu um certificado por ter percorrido o Caminha da Fé. “Antes de sairmos, fizemos um cadastro e retiramos uma credencial que deveria ser carimbada ao longo de todo o percurso, em pontos de apoio. Assim, quando chegamos ao destino, recebemos o certificado, que nesse ano foi ainda mais especial por conta das adversidades que encontramos pelo caminho, como chuva e frio”, relata.
“Quando passamos por Campos do Jordão, por exemplo, a temperatura era de 5 graus com chuva e muito barro. Mesmo assim, com persistência, conseguimos chegar ao nosso objetivo em Aparecida. Nada descreve a emoção de se avistar a Basílica quando nos aproximamos dela”, completa.