Estudante é aprovado no Programa Aprendiz legal

O jovem aprendiz Jorge Wagner e sua mãe Michele Sousa

O jovem estudande do Humberto França deve iniciar suas atividades no Banco do Brasil como aprendiz, nesta segunda 

Com apenas 15 anos, o estudante Jorge Wagner Ferreira da Silva, foi aprovado em primeiro lugar no processo seletivo, realizado através do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), para trabalhar na agência do Banco do Brasil de Ituverava, através do Programa Aprendiz Legal.
O programa tem por objetivo contribuir para a formação pessoal, social e profissional do aprendiz como forma de prepará-lo para o mercado de trabalho.
O jovem, que é aluno do 9º ano do Ensino Fundamental na EMEF “Humberto França”, realizou a prova com outros onze candidatos, e inicia suas atividades como aprendiz, na próxima segunda-feira, 10 de setembro, já com carteira assinada.
“A sensação de ter sido aprovado foi muito boa, porque chegou em um momento que, de fato, eu não esperava. Gostaria de frisar que fui muito bem tratado após ter sido selecionado”, afirma o estudante.
Jorge ainda conta o que espera da nova fase. “Minha expectativa é que eu possa trabalhar bastante, atingir as minhas metas e conseguir realizar meus sonhos com essa oportunidade”, completa.
Jorge Wagner Ferreira da Silva, é filho de Michele Sousa Ferreira e Eduardo Cardoso da Silva (in memoriam), e tem as irmãs Maria Regina Ferreira dos Santos e Milena Cristina Ferreira Duarte.

Centro de Integração  Empresa-Escola (CIEE)

O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE é uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos e de fins não econômicos, reconhecida como entidade de assistência social que, por meio de diversos programas, dentre eles o de aprendizagem e o estágio de estudantes, possibilita aos adolescentes e jovens uma formação integral, ingressando-os ao mundo do trabalho.
De acordo com a supervisora da unidade do CIEE de Franca, Andréia Inocêncio, o Jovem Aprendiz tem as garantias das regras da Carteira de Trabalho (CLT). “Com o Aprendiz Legal, temos o objetivo de contribuir para a formação de jovens autônomos, que saibam fazer novas leituras do mundo, tomar decisões e intervir de forma positiva na sociedade”, afirma.
“Acreditamos que é responsabilidade compartilhada do Estado, sociedade, família e dos próprios jovens, fortalecer a autoestima e sua condição de cidadãos por meio do trabalho. Com o objetivo de formar cidadãos autônomos, os jovens são preparados para a transição entre a escola e o trabalho, desenvolvendo, assim, sua postura crítica e criativa. A prática é o objetivo principal do currículo do aprendiz, e ela se desenvolve guiada pelas diretrizes da Lei de Aprendizagem”, explica Andréia.