Médicos cubanos deixaram Brasil, Equador e Bolívia. Ditadura agora aposta no México

No período de um ano, as missões de médicos cubanos foram canceladas em três países da América Latina.

O primeiro deles foi o Brasil. Após a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, a ditadura cubana abandonou o programa Mais Médicos e ordenou o retorno de seus doutores. Mais de 8 mil vagas foram preenchidas por profissionais brasileiros.

Há duas semanas, o governo do Equador, presidido por Lenín Moreno, decidiu suspender os tratados com a ilha comunista. Cerca de quatrocentos médicos tiveram de fazer as malas.

Na Bolívia, a renúncia de Evo Morales levou à posse de Jeanine Añez, que também cancelou os acordos com a ditadura. Nas estimativas do governo de La Paz, 725 médicos devem retornar para Havana (foto).

Com o fim dos programas nesses três países, a esperança da ditadura cubana passa a ser o México, do presidente Andrés Manuel López Obrador.

“O país que agora está jogando com a ditadura cubana é o México. Os dois governos acabaram de criar um Comitê Binacional de Saúde. Pode ser um passo prévio para a contratação de médicos cubanos”, diz o historiador cubano Boris González Arenas, de Havana.

Fonte: www.crusoe.com.br