O louco mundo do blues e do jazz

Não há dúvidas de que o universo musical é repleto de boas histórias. E quando se trata de jazz e blues, os fatos se tornam ainda mais curiosos e surpreendentes, atraindo e divertindo mesmo aqueles que não são grandes fãs destes gêneros. Confira algumas histórias bastante curiosas:

Bluesjovi
Em 1991, o guitarrista Richie Sambora, da banda estadunidense Bon Jovi, anunciou que lançaria um CD solo. O que causou surpresa e até expectativa foi o anúncio de que seria um álbum de blues. Quando finalmente o disco saiu, a surpresa foi grande. As canções não tinham nada de blues e acabaram saindo bem parecidas com as da banda liderada por Jon Bon Jovi. Resultado: o disco não fez sucesso e ainda virou motivo de piada.

Das telas para o aparelho de som
Três atores conquistaram a fama atuando em filmes e séries. Porém, o que nem todo mundo sabe é que Steven Seagal, Bruce Willis e Hugh Laurie, imortalizado por interpretar o Dr. House, também são músicos e já lançaram discos de blues.
Steven Seagal é guitarrista e não é necessário ser um crítico para observar que ele é muito melhor músico do que ator.
Bruce Willis é cantor e gaitista. Em 2007 sua banda participou do “Netflix LIVE! On Location”, projeto realizado nos Estados Unidos com intuito de oferecer, em um mesmo local, apresentações gratuitas de música e cinema. Já Hugh Laurie é pianista e guitarrista, já tendo, inclusive, se apresentado no Brasil.

Música de dar sono
Thelonious Monk também aprontou quando gravou com a lenda John Coltrane. Em um dos takes da música “Crepuscule with Nellie”, o gravador é ligado, mas a música não começa. O motivo? Monk, provavelmente sob efeito de drogas, havia dormido sentado ao piano.

Marilyn Monroe como você nunca viu
O jazz, antes de sua disseminação pelos Estados Unidos, era um gênero musical muito mal visto. Muitas pessoas tiveram um papel importante para que o preconceito contra o estilo fosse quebrado, entre elas, a atriz Marilyn Monroe. A musa conseguiu agendar shows de vários artistas do jazz, como Ella Fitzgerald, em grandes casas noturnas dos Estados Unidos. Em troca, ela comparecia às apresentações e se sentava na primeira fila.

Bruno da Silva Inácio cursa mestrado na Universidade Federal de Uberlândia, é especialista em Gestão Cultural, Literatura Contemporânea e em Cultura e Literatura.
Ele Cursa pós-graduação em Filosofia e Direitos Humanos e em Política e Sociedade. É autor dos livros “Gula, Ira e Todo o Resto”, “Coincidências Arquitetadas” e “Devaneios e alucinações”, além de ter participado de diversas obras impressas e digitais.
É colaborador dos sites Obvious e Superela e responsável pela página “O mundo na minha xícara de café”.