Polícia Militar age rápido e recupera objetos furtados

Objetos apreendidos pela Polícia Militar, que estão à disposição dos proprietários na Policia Civil

Após denúncia anônima, no dia 25 de fevereiro, a Polícia Militar de Ituverava recuperou vários objetos na Rua Luiz Aró, bairro Estância Vale do Sol, possivelmente furtados em residências.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, os policiais se dirigiram ao local e localizaram um indivíduo – já conhecido no meio policial – em atitude suspeita transitando pela Avenida Dr. Paulo Borges de Oliveira, sentido Rua Luiz Aró, carregando uma trouxa de pano de cor azul, que aparentava conter objetos em seu interior.
Ao notar a aproximação dos policias o suspeito fugiu, abandonando o objeto que carregava.
Ao verificar o interior da trouxa, os policiais encontraram diversos objetos como bijuterias, produtos cosméticos e uma câmera fotográfica. Como até o momento, não há nenhuma queixa de furto, a Polícia Militar trabalha para apurar a origem dos objetos.

Alerta

O investigador da Polícia Civil, Agnaldo Costa Santos, tem enviado alertas pelo whatsapp, para quem for proprietário de casa com suspeita de roubo, procurar Delegacia de Polícia para a identificação dos objetos furtados, com o intuito de reaverem seus pertences.
Ele também alerta a população para se prevenir contra furtos e roubos. “Acostume-se a trancar sempre portas e portões de acesso de sua casa. Não os deixe abertos inutilmente, ainda que por poucos momentos. Os delinquentes valem-se de nossos descuidos”.
“Proteja a porta da cozinha. Isole aquela dependência durante o repouso noturno trancando as portas intermediárias. Aja da mesma maneira quando se ausentar. Os arrombamentos são mais frequentes através dos acessos dos fundos da casa”.
“Esteja alerta à presença de suspeitos nas imediações de sua casa, nos momentos de sua chegada ou na hora de sua saída. Os roubos a residências têm grande incidência nos horários das 7 às 9 horas ou das 18 às 20 horas. Também não guarde valores de monta em sua casa”, orienta o investigador Agnaldo Costa Santos.