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Agricultura

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23/07/2017

BIOSOJA APRESENTARÁ PRODUTOS EXCLUSIVOS NA 6ª FEIRA COOCAFÉ

Feira coocafé realizada no ano passado

Evento acontecerá em Lajinha (MG) e contará com estande exclusivo da empresa

De 3 a 5 de agosto, a Biosoja, empresa do grupo Vittia, estará presente na 6ª Feira de Negócios para cooperados da Coocafé, que acontece na cidade de Lajinha, em Minas Gerais.

Líder no mercado em nutrição para a cafeicultura, a empresa fará a demonstração de novos produtos e apresentação de resultados de pesquisas para nutrição e melhor rendimento para o setor cafeeiro.

“Com estande exclusivo, a equipe Biosoja apresentará aos cooperados e visitantes os resultados em campo com produtos já consagrados como a linha Fertium (organominerais), Bioenergy e Bioamino (bioestimulantes), toda a linha Active (tecnologia de aplicação) e NHT (suspensão concentrada)”, explica a Assessoria de Imprensa da empresa.

Promovida pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha, a Coocafé tem o objetivo apresentar aos produtores de café da região possibilidades para melhoria na produção. Também estão programadas para a Coocafé demonstrações em campo, palestras e atrações culturais, com a presença especial da dupla Fernando & Sorocaba, que acontece no último dia do evento.

Cooperativa
A Coocafé (Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha) foi fundada em 1979, em Lajinha/MG, com o intuito de fortalecer os produtores de café da região, possibilitando melhores resultados em sua atividade.

Hoje é uma organização estruturada com 300 funcionários e aproximadamente 6,5 mil cooperados, sendo que 95% deles são micro e pequenos produtores, com sobrevivência proveniente da agricultura familiar.

A cooperativa atua diretamente em mais de 20 municípios que vivem basicamente dessa cultura, produzindo cerca de 1 milhão de sacas de café por ano e ocupa um importante espaço na sociedade.

Serviço
6ª Feira de Negócios Coocafé Data: 3 a 5 de agosto de 2017.


Local: Armazém Areado – Lajinha/MG


Mais informações: www.coocafe.com.br





Empresa
Fundada em 1971, a Biosoja possui três unidades industriais na região de Ribeirão Preto (duas em São Joaquim da Barra e uma em Ituverava), facilitando a distribuição dos seus produtos em todas as unidades da federação e exporta sua linha de produtos para os países do Mercosul e Bolívia.

A empresa possui mais de 180 produtos atendendo as necessidades das mais diversas culturas e do mercado de nutrição animal.

Agricultura salva emprego formal no 1º semestre com 117 mil vagas
O bom desempenho da agricultura salvou o emprego formal no primeiro semestre. Entre demissões e contratações, foram gerados 67,3 mil postos de trabalho com carteira assinada no período, o melhor resultado desde 2014.

O campo gerou 117 mil vagas nos primeiros seis meses do ano, ajudando a compensar o mau desempenho de setores como comércio (123 mil vagas fechadas) e construção civil (33,1 mil vagas a menos).

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) também mostram que, em junho, foram criados 9,8 mil empregos no país, terceiro mês consecutivo no azul. O número veio abaixo do que era esperado pelo mercado, que apostava em mais de 20 mil vagas formais geradas.

Dos oito setores acompanhados, somente dois geraram vagas: administração pública e agropecuária. Foram as 36,8 mil vagas criadas neste último setor que compensaram as demissões nas outras áreas e possibilitaram um resultado geral positivo. Somente o cultivo de café, concentrado em Minas, gerou 10,8 mil postos formais.

“O mercado de trabalho ainda segue em ajuste: o saldo dessazonalizado [retirados os efeitos típicos de cada mês] é negativo, e o desempenho no semestre foi muito dependente de agro”, afirmou o economista Thiago Xavier, da Tendências.

Cortes de empregos
A construção civil, os serviços, a indústria de transformação e o comércio eliminaram, nessa ordem, 8,9 mil, 7,2 mil, 7,8 mil e 2,7 mil vagas. “É importante reconhecer que o Brasil passou por uma das recessões mais profundas da sua história. Mesmo em setores que apresentaram números negativos, não foram assim com expressão, a ponto de trazer pânico. A não ser a construção civil, que está demorando em se recuperar”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.


Para o coordenador-geral de estatística do ministério, Mário Magalhães, o desempenho da indústria de transformação costuma oscilar no fim do primeiro semestre. “A indústria está em queda, mas não é generalizada pelos Estados. O Centro-Oeste e o Nordeste estão com resultados mais positivos para a indústria”, argumentou.


A pasta também informou que o salário médio de admissão das vagas formais criadas no Brasil foi de R$ 1.463,67 no primeiro semestre, aumento real (descontada a inflação) de 3,5% na comparação com o mesmo período de 2016.


Questionado sobre as expectativas para a geração de emprego em 2017, Nogueira preferiu não dar projeção. “Os economistas, os astrólogos e os profetas erram em suas projeções. Vamos ter números positivos [no final do ano]”. O último ano em que o país gerou vagas foi 2014.

Ituverava
De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Ituverava, Gustavo Ribeiro Rocha Chavaglia, o bom desempenho da agricultura também reflete no município e na região. “Em tempos de crise, a agricultura é o que mantém o Brasil nos trilhos. Muito da economia se manteve instável graças aos agricultores, que continuaram produzindo, exportando e gerando empregos”, ressalta.

“Em Ituverava, muitos empregos foram gerados, o que demonstra o quanto a economia do nosso país depende da agricultura e dos valorosos produtores”, completa Chavaglia.





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