Ituverava registra o maior saldo de empregos desde o início da pandemia no ano passado

Comécio de Ituverava: crescimentos de empregos no mês de fevereiro

Ao longo do mês de fevereiro, município teve saldo positivo, ao registrar 203 admissões e 137 desligamentos

Ituverava registrou, no mês de fevereiro deste ano, o maior saldo de empregos desde o início da pandemia da Covid-19, no início de 2020. Os dados foram divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e apontam que o município teve, ao longo do mês, 203 admissões e 137 desligamentos, o que resultou em um saldo de 66 empregos gerados.
Antes disso, o maior saldo havia sido registrado em setembro do ano passado, quando haviam sido gerados 60 empregos. Os outros meses com saldo positivo na geração de empregos desde o início da pandemia foram março (40), julho (31), agosto (56), setembro (60) e novembro (38). Já os com saldo negativo foram abril (-92), maio (-103), junho (-34), outubro (-30), dezembro (-51) e janeiro de 2021 (-3).
Segundo o Caged, de março de 2020 a fevereiro de 2021, Ituverava teve 1.640 admissões e 1.688 desligamentos, o que resulta no saldo de -48 empregos. Levando em conta apenas o ano de 2021, os números são melhores: foram 383 admissões e 320 desligamentos, resultando em 63 empregos criados.
O resultado obtido em fevereiro deste ano pode ser sinal que a economia começa a se recuperar dos efeitos da pandemia o que, aliás, não é uma exclusividade de Ituverava.

Cidades da microrregião
Todas as cidades da microrregião apresentaram saldos positivos em fevereiro, com destaque para Igarapava, que gerou 191 empregos, e Guará, que gerou 156. Em seguida, os maiores saldos foram registrados em São Joaquim da Barra (84), Jeriquara (66), Orlândia (64), Aramina (15), Buritizal (7) e Miguelópolis (6).
Já as duas maiores cidades da região – Ribeirão Preto e Franca – registraram, respectivamente, 1.646 e 2.496 novos empregos ao longo de fevereiro.

Geração de empregos na região em fevereiro

Ituverava
Admissões: 203
Desligamentos: 137
Saldo: 66

Igarapava
Admissões: 418
Desligamentos: 227
Saldo: 191

Guará
Admissões: 245
Desligamentos: 89
Saldo: 156

São Joaquim da Barra
Admissões: 347
Desligamentos: 263
Saldo: 84

Jeriquara
Admissões: 81
Desligamentos: 15
Saldo: 66

Orlândia
Admissões: 522
Desligamentos: 458
Saldo: 64

Aramina
Admissões: 41
Desligamentos: 26
Saldo: 15

Buritizal
Admissões: 28
Desligamentos: 21
Saldo: 7

Miguelópolis
Admissões: 81
Desligamentos: 75
Saldo: 6

Ribeirão Preto
Admissões: 9.291
Desligamentos: 7.645
Saldo: 1.646

Franca
Admissões: 5.362
Desligamentos: 2.893
Saldo: 2.469

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo no mês passado

No mês passado, os dados apresentam saldo positivo no nível de emprego nos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 173.547 postos, distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; indústria geral, que criou 93.621 novos empregos, concentrados na indústria de transformação; comércio, mais 68.051 postos de trabalho gerados; construção, saldo positivo de 43.469 postos; e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que registrou 23.055 novos trabalhadores.
Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego, sendo que houve aumento de trabalho formais em 24 das 27 unidades da Federação. Os destaques são para São Paulo com a abertura de 128.505 postos, aumento de 1,04%; Minas Gerais que criou 51.939 novas vagas (1,25%); e Paraná, com saldo positivo de 41.616 postos (1,50%).

Estados com saldo negativo

Os Estados com saldo negativo de empregos em fevereiro são Amazonas, que teve o fechamento de 625 postos, queda de 0,15%, o primeiro Estado a sofrer com a segunda onda da pandemia; Alagoas, com saldo negativo de 485 postos, diminuição de 0,14%; e Paraíba, que encerrou o mês menos 136 postos de trabalho formal, queda de 0,03%.

Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão em fevereiro de 2021 foi de R$1.727,04. Comparado ao mês anterior, houve redução real de R$ 47,53 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 2,68%.