Nova estimativa do IBGE aponta Ituverava com 38.413 habitantes

IBGE estima população de Ituverava em 38.413 habitantes em 2025, mantendo a terceira posição na microrregião

Número é o terceiro maior da microrregião, atrás de São Joaquim da Barra (49.885) e Orlândia (39.144)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, na última semana, a estimativa de população de todos os municípios brasileiros referente ao ano de 2025.
Com 38.413 habitantes, Ituverava se mantém como o terceiro município mais populoso da microrregião, atrás de São Joaquim da Barra (49.885) e Orlândia (39.144).
Em seguida vêm Igarapava (26.696), Miguelópolis (19.621), Guará (18.748), Aramina (5.535), Buritizal (4.458), Rifaina (4.179) e Jeriquara (4.000).
Segundo o IBGE, as duas maiores cidades da região – Ribeirão Preto e Franca – têm, respectivamente, 731.639 e 365.494 habitantes registrados.
Em relação à estimativa de 2024, a cidade de Ituverava registrou queda de 0.09% no número de habitantes, ao passar de 38.451 para 38.413.

População do Brasil
De acordo com o levantamento do IBGE, a população do Brasil é estimada em 213.421.037 habitantes, o que representa um crescimento de 0,39% em relação a 2024 que era de 212.583.750 pessoas.
O levantamento considera uma contagem realizada até 1º de julho de 2025 e mostra a população total de estados e municípios.
A nova estimativa indica um crescimento populacional de 5,1% em relação ao Censo de 2022, que apontava o número de 203.062.512 habitantes.
Em outubro de 2023, o IBGE já havia revisado esse total para 203.080.756 pessoas.
O Censo contabiliza pessoas e domicílios, enquanto as estimativas incluem outros indicadores, como taxas de nascimento e também de mortalidade.
Essas informações servem de referência para diversos indicadores sociais, econômicos e demográficos do país.
Além disso, são um entre os vários parâmetros usados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para calcular os fundos de participação de estados e municípios — por meio dos quais a União distribui recursos.

Estado de São Paulo
São Paulo continua como a unidade da Federação com mais habitantes: 46.081.801 pessoas — 21,59% do total do país. No ano passado, a população paulista era de 45,9 milhões.
Na sequência, os estados mais populosos são Minas Gerais (21.393.441) e Rio de Janeiro (17.223.547). O estado com a menor população é Roraima, com 738.772 habitantes.
O maior crescimento populacional foi observado também em Roraima, onde o número de pessoas saltou de 716.793 para 738.772 — uma alta de 3,07%.
Enquanto isso, os menores crescimentos foram registrados no Rio de Janeiro e em Alagoas, com avanço de 0,02%, seguidos pelo Rio Grande do Sul (0,03%).

Crescimento da população
Apesar do avanço populacional, o IBGE projeta que o número de brasileiros irá começar a encolher de forma significativa somente em 2042, seis anos antes do que era previsto até 2018.
A pesquisa do instituto, divulgada em 2024, prevê que, até 2041, a população deve continuar crescendo e atingir a marca de 220 milhões de pessoas.
Porém, a partir do ano seguinte, esse número passará a encolher, devendo chegar a 199,2 milhões de pessoas em 2070.
Assim, 2042 é o novo ponto de inflexão calculado pelo IBGE.
Esta é uma medida que estima quando a população de um local deixará de crescer e também pode passar a diminuir.
Os dados contrastam com outra divulgação recente, feita em maio deste ano: em 2023, o Brasil registrou o menor número de nascimentos desde 1976.
Ao todo, foram registrados 2.518.039 nascimentos no país, um recuo de 0,8% em relação ao registrado em 2022 — o quinto recuo consecutivo.
Para efeito de comparação, em 1976 foram 2.468.667, e, em 1977, 2.566.020.

População da região, segundo nova estimativa do IBGE

Ituverava: 38.413
Aramina: 5.535
Buritizal: 4.458

Guará: 18.748
Igarapava: 26.696
Jeriquara: 4.000
Miguelópolis: 19.621
Orlândia: 39.144
Rifaina: 4.179
São Joaquim da Barra: 49.885
Ribeirão Preto: 731.639
Franca: 365.494

IBGE aponta que quase 70% dos idosos acessam a internet no Brasil

Uso da internet cresce entre os brasileiros mais velhos

O aumento percentual de pessoas que utilizam a internet entre os anos de 2019 e 2024 foi mais expressivo no grupo etário de 60 anos ou mais: de 44,8% para 69,8%, um aumento de 25 pontos percentuais.
Ao todo, 89,1% (ou 168 milhões) dos brasileiros com mais de 10 anos utilizaram a Internet no período de referência. Em 2019, eram 79,5%.
Os dados integram a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O período de referência para coleta dos dados foram os últimos três meses do ano.

Segunda faixa
A segunda faixa etária com maior crescimento em pontos percentuais foi a de 50 a 59 anos: de 74,4% para 89,9%. Já o grupo com idades entre 25 a 29 anos apresenta a maior quantidade de internautas: 96,4%.

Crescimento
O crescimento do uso de internet nas faixas etárias mais velhas acompanha é uma importante mudança nos dispositivos utilizados para os acessos.
O número de pessoas que acessaram a web através de um aparelho televisor subiu de 11,3%, em 2016, para 32,2%, em 2019, até alcançar em 2024, pela primeira vez, mais da metade dos usuários (53,5%).
O meio de acesso mais utilizado, no entanto, segue o celular (98,8%). Após o televisor, seguem o microcomputador (33,4%) e o tablet (8,3%).
“Houve um crescimento substancial do uso da televisão para esse fim, ultrapassando, em 2024, mais da metade dos usuários da Internet, o que pode refletir, entre outros fatores, o avanço das plataformas de streaming”, afirma o analista da pesquisa, Gustavo Fontes.
“Por outro lado, o uso do computador para acessar a Internet tem apresentado uma tendência de queda desde o início da série, apesar de uma desaceleração dessa tendência observada a partir de 2023”.
“Entre os estudantes, já se verificou, em 2024, uma interrupção da queda no uso do computador para acessar a Internet”, afirma o analista.

NÚMEROS

A Pnad Contínua aponta que 89,9% da população de 10 anos ou mais tinha celular em 2024. Nas áreas urbanas, a proporção chegou a 90,5%, enquanto nas áreas rurais foi de 77,2%.