
O aumento do risco de ondas de calor e eventos climáticos extremos amplia a busca por soluções capazes de reduzir os efeitos das altas temperaturas sobre estruturas usadas na produção e armazenagem agrícola. A eficiência térmica passa a integrar estratégias de adaptação, diante dos impactos do calor sobre produtividade, consumo de energia, conservação de produtos e condições de trabalho.
Em Minas Gerais, o Grupo 3TC desenvolveu uma tecnologia de isolamento térmico voltada ao controle da transferência de calor. A solução está disponível em mantas e placas aplicadas em coberturas e fechamentos laterais, formando uma barreira para reduzir a entrada de calor nos ambientes.
No agronegócio, a tecnologia já é utilizada em granjas, galpões, armazéns e unidades de beneficiamento de sementes. Segundo o CEO do Grupo 3TC, Ricardo Valentini, a preparação das estruturas deve considerar o calor como uma variável operacional, especialmente diante da possibilidade de eventos mais frequentes e intensos.
A empresa também prevê aplicações em setores como indústria, logística e construção civil. No agro, a proposta é contribuir para a proteção das operações, dos ativos e das pessoas, além de ampliar a resiliência das estruturas diante de condições climáticas mais desafiadoras.
“Não se trata apenas de combater uma temperatura elevada em determinado período. O desafio é preparar estruturas para uma realidade em que eventos de calor intenso podem se tornar mais frequentes. O calor custa caro. Quanto mais cedo as empresas incorporarem eficiência térmica ao planejamento, maior será a capacidade de proteger suas operações, seus ativos e as pessoas que trabalham nesses ambientes”, completa Valentini.
Fonte : https://www.agrolink.com.br/



